Tudo começa com uma viagem de reconciliação da Evie , por Barbados, com o
noivo, Rob, que a havia traído.
Toda a história de Evie e Rob é começa em Aconteceu em
Paris. Eu não sabia. No entanto, li muita gente dizendo que os dois livros são
independentes e dá pra ler essa história sem saber daquela. Mas depois do que o
personagem do Rob se transforma não quero ver eles se apaixonando, logo, acho
que esse segundo livro tira a graça do primeiro.
Continuando... Arrependido da traição, ele quer comprar uma
casa, casar, ter filhos. Mas o tempo todo ela vacila entre querer e fugir de
todo esse compromisso. Com mais tendência a querer fugir. O que compreensível
já que ele age como um babaca o tempo todo.
O cara é um bom filho da puta, chato e implicante, que segundo
ela é gato e gostoso. Um dia ela descobre que ele era casado. Isso depois dele
aterrorizar a amiga dela, tentar fazê-la largar o trabalho, controlar
obsessivamente as contas dela. E é nesse momento que a gente sente muita raiva
da Evie. Ela não consegue assimilar o que aconteceu e percebemos que se não
fossem as interferências dos amigos ela não conseguiria ter entendimento da
seriedade da situação. Se John (um ricasso que a leva para viagens, compras
roupas e marca e leva para lugares caros. Ah tá!) não tomasse as rédeas, se
Nikki não a fizesse trabalhar tanto que a levasse a exaustão, ela teria voltado
de braços abertos para o Rob. Então o mérito de ter tomado uma decisão não parece muito ser dela.
Tudo bem que quando eles se encontram ela acaba fugindo
dele, mas não acredito muito nela.
Evie é irritante, tola. E a história não convence muito. Aquela amiga dela, Lulu, testa a paciência de qualquer mortal.
Além disso, "Aconteceu em Veneza" na verdade se
passa toda em Londres, nada contra a cidade, mas o que inicialmente me atraiu
ao livro foi se passar em Veneza. Me senti meio traída pelo título.
Apesar disso tudo a livro diverte como uma leitura fácil e
rápida.




