Muitas vezes na minha vida eu sinto como se o mundo espelhasse um pouco daquilo que eu sinto por dentro.
E geralmente eu me espanto muito quando isso não acontecesse.
O tempo agora está infernal.
Um calor escaldante, incessante, onipresente, deixando todos indispostos, mal-humorados, irritadiços, cansados...
E é assim que eu me sinto, em parte, me sinto cansada...
Um cansaço da alma.
O termo mais apropriado seria até exausta.
Eu sinto meu coração, meu corpo, minha alma, minha mente, e até minha voz está exausta.
E não há remédio para isso. Não há nada que cure.
O tempo diriam alguns?
Mas só a angústia de esperar o tempo passar já é uma dor...
Me sinto estranhamente vazia e dolorida.
Me sinto descrente e fadada a algo que achei outrora que fosse suportável, mas agora mal posso pensar...
O que eu vou fazer?
O que deve ser feito?
Que caminho devo seguir?
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
O que fomos?
Eu começo a vislumbrar uma saída. Ainda não me encaminho para ela de cabeça erguida e confiante, mas o momento derradeiro não tarda a chegar.
A poeira se assenta, e agora possa espaná-la e perceber o brilho do tesouro em minhas mãos.
Sim a verdade é dura, é difícil e não traz em si a promessa de felicidade que eu achava que iria encontrar.
Mas a verdade liberta das dores, tanto as já sentidas quanto das que ainda viriam...
Mas também traz consigo dores novinhas em folha,
dores para as quais, nestes momentos derradeiros eu me preparo.
Mesmo sabendo o quão inútil é,
eu me preparo...
ps: meus vídeos começo com a dor do amor e termino com a dor do fim. Tão eu!
domingo, 21 de outubro de 2012
Revendo prioridades
Sabe uma coisa covarde para se fazer em uma relacionamento a dois? E já vou logo avisando que eu faço. Dizer o contrário daquilo que você pensa, ou mesmo, omitir aquilo que te incomoda. E existem vários motivos que "justificam" essa minha atitude.
E o primeiro deles é que eu espero que a pessoa aja por ela mesma. Que ele me diga: "Não! O que é isso? O que você está dizendo, eu nunca pensei nisso!" E aí, quando ele não diz, e isso quase sempre acontece, eu fico duplamente frustrada, primeiro porque não disse o que eu sentia e segundo porque eu esperava que aquela pessoa pensasse de um jeito diferente.
É um jeito torto e errado de tentar ouvir o que se quer. E quase nunca dá certo (comigo nunca deu, mas quero pensar que com outras pessoas pode ter sido diferente).
Nos diferentes relacionamentos pelos os quais a gente passa acho inevitável ir tentando consertar as coisas. No último e primeiro, eu fui extremamente ciumenta, controladora, melosa, e sempre achei que a solução estava em ser mais racional, madura, controlada, mas pelo visto essa só é a solução se isso partir de dentro de você, caso contrário não tem valor algum. E talvez eu ainda não esteja preparada para ser assim tão distante, fria, racional e madura quanto a situação exige.
Eu preciso de calor, de ilusão, de paixão, de momentos. No fundo, acho que curto uma drama, uma cena, algo com calor, fogo. Essa coisa de autocontrole, de pisar em ovos não é comigo.
E aí fica uma pergunta importante: Se você está sofrendo porque gosta de alguém e acha que esse gostar está te trazendo sofrimento, terminar vai te fazer sofrer mais ainda, e ficar vai te fazer sofrer, o que fazer?
No fundo, eu sei a resposta só ainda não chegou o momento exato de admitir.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
O que significa
Estive pensando no Amor que eu sonho para mim. Que tipo de amor é este?
Não há um motivo exato que me leve a este tipo de questionamento, mas apenas acho que quando essas cosias estão mais claras fica muito mais fácil tomar decisões, e isso é algo que eu preciso fazer, descobrir saídas para problemas “insolúveis”, enfim...
Vale dizer também que com os trinta anos dando um "oizinho" animado no horizonte a gente começa a pensar nestas coisas. Eu sei que não é assim, mas fica a sensação de que se as coisas não se resolverem agora, nunca se resolverão. Sei que este tipo de pensamento é uma tolice, mas não deixa de ser a sensação pungente que eu tenho.
Outro dia enquanto conversava ouvi uma sentença que nunca antes pensei que ouviria: "Você é romântica". Não me acho romântica. Não me vejo assim, não me idealizo assim. No máximo, me acho sentimental, ah isso sim! Sou do tipo que chora com filmes, com músicas, e que sim, suspira com mocinhos bonitos e tipicamente hollywoodianos. Mas romântica?
Como não suspirar diante de Keane Reeves em A Casa do Lago? (Super momento fofo quando ele planta uma árvore para que sua mocinha tenha oxigênio) Ou com o Jerry de PS: Eu te amo? E com tantos outras atitudes bobas e, elas sim românticas, que os filmes nos fazem querer viver.
Mas não creio que seja isso o que eu busco. O que eu quero tem mais a ver com simpatia, e empatia, simplicidade, interesse verdadeiro e sincero no que eu tenho para compartilhar, seja pouco ou muito. Mais do que qualquer circo romântico o que eu quero é me sentir mais eu mesma e o mais a vontade o quanto possível com alguém que admirasse meu mundo, minha forma de ver o mundo e o suportasse todo o combo defeito/ mais manias irritantes.
Romântica nunca! Insistente? Ah, até que...
Do cansaço que eu tenho
Eu estou cansada. E é incrível como eu preciso de alguém que entenda como eu estou me sentindo agora. Como eu preciso de alguém que me apoie agora.
Uma vez li uma reportagem que dizia que duas pessoas uma com uma visão positiva e outra negativa da vida, independentemente do que lhes acontecesse continuariam a ser essencialmente do mesmo jeito. Por exemplo, imagine, e este era o exemplo dado pela revista, que a positiva perdesse o movimento das pernas e soubesse que iria passar o resto da vida presa a uma cadeira de rodas, e que a negativista, ganhasse na Mega-Sena. Seis meses depois estas duas pessoas ainda seriam positivas, ainda que sabendo que sua vida não seria, mais a mesma, e a negativa, pessimista com os pequenos contratempos da sua milionária vida.
E claro que há uma imensa margem de erro, causada principalmente, pelas pessoas que realmente passam por situações que as levam a mudar sua visão de vida, mas acho que apesar de todo o terror que eu tenho vivido, isso não aconteceu comigo. Infelizmente, já me adianto a dizer.
Minha mãe é meu bem mais precioso. E possui múltiplos papéis na minha vida que pode perceber por qualquer um que conviva minimamente comigo. Eu me sinto egoisticamente cansada, exausta. Sei que isso é difícil de entender por uma pessoa normal com um pouco que seja de coração, de humanidade e de olhar para o próximo, mas é assim que me sinto. Vejo a reprovação nos olhos alheios, nos olhos daqueles que não sentem os músculos sempre retesados, endurecidos pelos sustos diários. Sinto olhares condenadores por quem viu minhas lágrimas no momento de maior desespero, e fico imaginando que eles devem se questionar se haviam verdades naquelas lágrimas.
Alguém já mais calejado acostumado a noites mal dormidas por dias em uma enfermaria, a rotina de médicos, prognósticos, exames, pedidos, alguém que já teve a responsabilidade de manter a fisionomia calma enquanto sua mente dispara a mil por hora no futuro desesperador, sabe o tipo de cansaço estou sentido. Mas este é momento em que eu me sinto envergonhada. Em apenas um mês? Tanto sofrimento e dor, em apenas um mês?
Não é que eu não a ame, não vejo a mínima necessidade de provar, ou argumentar para provar que sim. Não é que a vontade de revirar o mundo, mas encontrar uma solução, uma saída, uma cura, um enfim superado, tenha se esvaído. Não!
Mas nada disso anula a mente leve, que sonha com uma viagem, sem celular, para bem longe, que sonha ter como compromisso do dia, acordar, sorrir, ir à academia, namorar no jardim, fofocar com as amigas... Uma vida que parece que não volta.
domingo, 14 de outubro de 2012
Juntos nos tornamos um só?
O que acontece se você perde AQUELE instante?
Se você perde AQUELA oportunidade?
Se você não vai aquela festa?
Não fala/ responde aquele oi?
O que acontece com as oportunidades amorosas perdidas? Eu sempre me perguntei isso. Até porque, se a resposta é você fica sem aquela história, sem aquela pessoa e sem aquele amor, eu com certeza perdi muitas dessas coisas por aí.
Eu não acredito em alma gêmea. Principalmente, levando em conta aquela lenda de que nós éramos um e depois fomos bipartidos por uma punição dos deuses.E que nossa principal missão é buscar nossa alma gêmea, só assim nos sentiremos completos. Assim como, o conceito de "outra parte" do Paulo Coelho. Eu não acredito em nenhuma dessas coisas. Sou mais da filosofia moderna de que nós já somos completos e de que o outro é, com sorte, alguém que irá nos ajudar a ver o que temos de melhor e nos ajudar a sermos ainda melhores. Nada de completar.
Não acredito em qualquer eternidade das relações afetivas. Nós mudamos. É claro que existem eternos amantes, eternos casais, amigos eternos, e quem duvida que o amor de mãe é eterno? Mas isso, de maneira alguma, vai contra o que eu disse anteriormente. Acho que dentro de um relacionamento amoroso, as pessoas mudam e dificilmente alguém que está casado há 50 anos são as mesmas pessoas e têm o mesmo amor de quando se casaram. Tudo muda, e é pra ser assim mesmo.
Mas longe de mim querer divagar sobre o amor, afinal, sou muito pouco conhecedora do assunto e da vida pra isso, e principalmente, vale dizer, não conheço nada do sentimento em si. Sim bateu aquela, "eu sou poeta, mas não sei amar" ó que dó de mim, rs, #sóquenão.
Minha inspiração pra escrever começou de um vídeo Seconds que eu vi neste site aqui. O vídeo que é muito fofo, mostra a ideia da oportunidade e do amor. A coragem de dizer o oi, de se arriscar, de tentar. Durante a maior parte da minha vida eu disse não a isso, com um medo bobo de sofrer. Medo bobo em termos, afinal, olhando racionalmente, na minha cabeça esse medo faz todo o sentido. Mas ultimamente, talvez por causa da idade, eu tenha começado a ter um outro medo, o medo das oportunidades perdidas. Por que se aquela pessoa estava designada pra você, de alguma forma (dê asas a imaginação) o que acontece se você perde a coragem, ou se você nunca teve coragem e você não diz aquele oi, o que te acontece? Você fica sozinho pelo tempo equivalente aquela relação, como uma punição pela omissão? Isso faz sentido pra mim. Você tem outra oportunidade até que aquilo de fato aconteça?
Eu não sei a resposta, mas de fato o ditado: é mais fácil se arrepender pelo o que fez do que pelo o que não fez, tem muito sentido aqui. Ainda que eu não acredite naquele amor de conto de fadas que a primeira vista já se vislumbra.
"Porventura é isso que desejais, ficardes no mesmo lugar o mais possível um para o outro, de modo que nem de noite nem de dia vos separeis um do outro? Pois se é isso que desejais, quero fundir-vos e forjar-vos numa mesma pessoa, de modo que de dois vos tomeis um só e, enquanto viverdes, como uma só pessoa, possais viver ambos em comum, e depois que morrerdes, lá no Hades, em vez de dois ser um só, mortos os dois numa morte comum; mas vede se é isso o vosso amor, e se vos contentais se conseguirdes isso. Depois de ouvir essas palavras, sabemos que nem um só diria que não, ou demonstraria querer outra coisa, mas simplesmente pensaria ter ouvido o que há muito estava desejando, sim, unir-se e confundir-se com o amado e de dois ficarem um só. O motivo disso é que nossa antiga natureza era assim e nós éramos um todo; é portanto ao desejo e procura do todo que se dá o nome de amor." O Banquete, Platão.
sábado, 6 de outubro de 2012
Coisas das quais eu gosto #roupas
Adoro esse visual rocker. Na verdade, quem me conhece sabe que eu nem sou tãoooooo esse estilo, mas gostaria de ser. Simples, atual, e divertido. Amei!
Não existe um motivo nesse mundo que justifique eu não ter uma camiseta de caveira.
Amei essa.
Fui.
:)
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Gangorra emocional
Eu não sou bipolar. Nem adianta. A mídia e as pessoas em geral romantizaram muito toda essa coisa da bipolaridade, mas isso é uma doença e não é qualquer variaçãozinha de humor que a caracteriza.
Mas isso não me impede de viver em plena gangorra emocional. As mínimas coisas, que em geral são fruto na minha mente, me levam de um canto a outro. E eu fico aqui perdida meios em saber se é pra ficar feliz ou desandar de vez. Se é pra continuar apostando ou pelo contrário entregar as pontos e seguir em frente.
Muitas vezes essa minha inconsistência emocional me leva a uma eterna indecisão, fico perdida sem saber como agir, já que não sei se sigo esse ou aquele pressentimento.
E não eu não posso me levar por estes sentimentos. Pois eles me impedem de tomar decisões, de seguir meu caminho, de planejar, de seguir meus objetivos.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Nem tudo são flores
Eu posso, apesar de tudo dizer, que eu sou espírita. Digo apesar de tudo porque eu nunca fui uma pessoa muito religiosa. Não faz parte da minha natureza. Tanto, que durante a adolescência eu até flertei com o ateísmo, coisa de uma semana, e com ser agnóstica. Mas não adianta, momentos depois estava eu lá novamente pedindo, contando e até mesmo reclamando com Deus.
Se tem algo que sempre foi muito definido foi minha religião, sou espírita e pronto. É a doutrina que mais se adéqua ao meu pensamento. O conceito de que somos nós, e não um Deus cruel e insensível quem causa os nossos próprios sofrimentos sempre me confortou. E não consigo me ver sem esses conceitos.
Mas, apesar disso tudo, como religiosa eu sempre “pequei”. Como espírita minha maior implicância são com os livros. Sim os livros espíritas que tanta gente, mesmo não espírita, gosta eu acho estranho.
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Um exemplo é Violetas na Janela que eu reli recentemente. Tá, eu entendo que os livros têm como intuito dar bons exemplos, guiar para o tal comportamento elevado. Mas gente? Como pode tanta perfeição? É isso o que eu não suporto. Todo mundo é tão, mas tão bonzinho, sempre com pensamentos puros, elevados, sempre pensando no bem. Concordo que, principalmente neste caso, depois de tantos anos vivendo na tal colônia, (que é uma espécie de céu, sei que a comparação é chula) os sentimentos, comportamentos vão se tornando mais elevados. Como eu reagiria se morresse e fosse para uma colônia, linda e feliz? É possível que também ficasse super boazinha, deixasse de gostar de músicas barulhentas e só desejasse ouvir música clássica o resto da minha eternidade, e olhasse a todos SEMPRE com bons olhos. (Até porque as pessoas leem pensamentos, e se eu continuasse pensando metade do que penso atualmente creio que não ficaria mais que cinco minutinhos numa colônia. #fato)
Mas alguém entende a minha agonia? Alguém entende como estes livros me incomodam? Alguém?
Essa perfeição, ou até mesmo quando o livro conta a trajetória de uma espírito menos evoluído eu não consigo me identificar nem com a parte "revolts" e nem com a parte regenerado.
Eu li coisas interessantes em Violeta..., mas outro dia mesmo comentava com a minha mãe: Como um roqueiro, um sambista, como um estilista, qualquer pessoa boa, justa, honesta, cumpridora de seus deveres, mas com o sangue um pouquinho mais quente, mais barulhento, mais ativo sobreviveria naquele lugar sempre florido, sempre com música de elevador como trilha sonora?
Existe outro lugar, mais meio termo? Espero que sim.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
A espera daquele "estalo"
Tem um conceito no qual eu coloco todas as minhas fichas: o de que na vida as coisas têm um impulso próprio. É como começar um regime. Você sabe que está acima do peso, que precisa emagrecer, chora, sofre para comprar roupas, pra se encarar no espelho, mas ainda assim protela, adia a decisão e a firmeza necessárias para mudar aquela situação. Até que dá um estalo e pronto, você começa e tem firmeza o suficiente para ir até o fim. Alcoólatras, fumantes, criminosos. Não é difícil ver essas pessoas relatarem situações cotidianas, mas que combinadas com o momento certo fizeram com que eles mudassem de caminho. Mas talvez se não houvesse a combinação momento certo e pessoa certa aquele evento por si só não teria força de fazer aquele indivíduo mudar.
E como isso tem influência na minha visão de vida? Eu acredito nesse "estalo" e espero que ele ocorra para iniciar qualquer coisa na minha vida.
Deixa eu me explicar.
Sempre achei que quando chegasse a época do vestibular haveria um estalo na minha cabeça que me faria optar por esta ou aquela profissão. E não foi bem assim, cabe dizer, eu escolhi meio na sorte, meio no escuro. Durante meus cinco longos anos de Direito, achei que num dado momento uma luz se faria e eu descobriria meu dom com a profissão, o que faria com aquele estudo que eu estava adquirindo. Tá, tudo bem, depois do meu estágio eu consegui ao menos escolher uma área de preferência, mas as coisas não aconteceram como eu havia imaginado. e sim como fruto da experiência diária que eu estava tendo com a profissão.
Achei que seria assim com praticamente tudo na minha vida adulta.O emprego certo, o homem certo, o lugar certo, e mesmo agora continuo esperando pelo estalo para o concurso certo, para o lugar certo pra morar, para o relacionamento certo, enfim.
É estranho perceber que continuo esperando, porque afinal de contas eu já deveria ter percebido que esse "estalo" falhou antes, então, talvez, continuar esperando por ele não me leve a nada. Só me faça perder tempo, e oportunidades. Só me faça protelar a única atitude que me levará a algum lugar, que é arregaçar as mangas e começar a agir.
Não adianta esperar por aquele concurso que me fará muito querê-lo, se eu não me preparar desde agora e não quebrar a cara com os errados talvez quando sentir o tal "estalo" já seja tarde demais.
Sempre percebi em mim uma certa falta de iniciativa. Sabe aquele arrojo que algumas pessoa têm? Me falta. Às vezes fico pensando se não é por causa da minha educação, da minha infância, ser filha única e superprotegida. Mas já passou da hora de parar de ficar apontando o dedo pro passado e assumir uma posição mai ativa com relação aos meus defeitos.
O que eu quero dizer com isso tudo é que eu preciso parar de esperar pelas coisas. Parar de achar que o momento ideal vai chegar e fazer ele acontecer. Clichê? Sim, claro, o mundo está clichê, a vida está clichê e é preciso o gasto de muita energia parar tentar escapar disso. Energia que eu, sinceramente, não estou, no momento, disposta a gastar.
Preciso ativar a minha lista de planos, transformando-a na minha lista de tarefas. Mas esta atitude que teoricamente deveria ser tão simples, para realmente funcionar, exige uma senhora de uma boa vontade e atitude.
Eu vou começar...
"Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder..."
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder..."
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Re-começo
A internet está abarrotada de lixo. Sim, e eu no fundo não acho que eu esteja contribuindo para melhorar esse cenário. Mas isso também não me causa nenhum tipo de remorso.
Não há nenhuma relevância social eu criar um blog para falar das minhas angustias, medos, vontades, sonhos, planos, ou narrar a minha eterna gangorra emocional. E sim, eu sou a rainha das instabilidades. Mas ainda assim, sigo despreocupada com o resto do mundo e usando a web para satisfazer pequenas vontades particulares.
Não esperem coerência, coesão, porque se eu não vivo assim não seria um blog meu que teria qualquer uma dessas características.
Por hora essa é apenas uma válvula de escape. Vamos ver onde irá parar.
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