Estive pensando no Amor que eu sonho para mim. Que tipo de amor é este?
Não há um motivo exato que me leve a este tipo de questionamento, mas apenas acho que quando essas cosias estão mais claras fica muito mais fácil tomar decisões, e isso é algo que eu preciso fazer, descobrir saídas para problemas “insolúveis”, enfim...
Vale dizer também que com os trinta anos dando um "oizinho" animado no horizonte a gente começa a pensar nestas coisas. Eu sei que não é assim, mas fica a sensação de que se as coisas não se resolverem agora, nunca se resolverão. Sei que este tipo de pensamento é uma tolice, mas não deixa de ser a sensação pungente que eu tenho.
Outro dia enquanto conversava ouvi uma sentença que nunca antes pensei que ouviria: "Você é romântica". Não me acho romântica. Não me vejo assim, não me idealizo assim. No máximo, me acho sentimental, ah isso sim! Sou do tipo que chora com filmes, com músicas, e que sim, suspira com mocinhos bonitos e tipicamente hollywoodianos. Mas romântica?
Como não suspirar diante de Keane Reeves em A Casa do Lago? (Super momento fofo quando ele planta uma árvore para que sua mocinha tenha oxigênio) Ou com o Jerry de PS: Eu te amo? E com tantos outras atitudes bobas e, elas sim românticas, que os filmes nos fazem querer viver.
Mas não creio que seja isso o que eu busco. O que eu quero tem mais a ver com simpatia, e empatia, simplicidade, interesse verdadeiro e sincero no que eu tenho para compartilhar, seja pouco ou muito. Mais do que qualquer circo romântico o que eu quero é me sentir mais eu mesma e o mais a vontade o quanto possível com alguém que admirasse meu mundo, minha forma de ver o mundo e o suportasse todo o combo defeito/ mais manias irritantes.
Romântica nunca! Insistente? Ah, até que...


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