O tadinho do homem carente, honesto, romântico casado com uma mulher meio frígida, fria e distante da qual ele, seja por pena, comodismo, ou por causa dos filhos, não consegue se separar.
Ele trai a mulher, mas não é culpa dele. Nunca! A culpa é da esposa que mesmo diante dos seus esforços para manter a união o maltrata com a indiferença. E, como sempre, este é o clássico dos clássicos, eles não fazem sexo, são como amigos.
A história é velha na literatura da vida, mas pasmem ainda faz vítimas.
Ainda há quem acredite que alguém jovem, sem filhos, num caso em particular, que afirma já ter realizado mil e uma peripécias românticas sendo constantemente rechaçado, mantenha um casamento apenas por pena.
E como alguém próxima me preocupo com todas as demais consequências clichês: esposa descobrindo o caso, ele se declarando para aquela que até outro dia era a vilã da história, barraco, falatório, enfim...
Mas quando alguém se dispõe a acreditar em todos esses lugares comuns, em toda essa baboseira, fica difícil demonstrar o óbvio.
E como alguém próxima me preocupo com todas as demais consequências clichês: esposa descobrindo o caso, ele se declarando para aquela que até outro dia era a vilã da história, barraco, falatório, enfim...
Mas quando alguém se dispõe a acreditar em todos esses lugares comuns, em toda essa baboseira, fica difícil demonstrar o óbvio.

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