Eu sempre fui fã do Paulo, e meu
livro favorito de todos, inclusive, é uma produção dele.
O Alquimista é um livro que eu já
li e reli algumas vezes, e sempre termino a leitura com a mesma sensação
agradável.
O livro é simples, prosaico, eu
diria. Conta a história de um pastor que tem um sonho repetido de que ele
encontra um tesouro ao pé das pirâmides do Egito. A história toda gira em torno
dessa busca pelo tesouro.
A conclusão é simples e o livro é
cheio de moral.
Mas isso já faz mais de 20 anos e
agora O Manuscrito soa extremamente repetitivo. Sei que cada autor tem seu
estilo, mas o que sentimos é que Paulo tem uma fórmula, que já está batida, e
não abre mão dela. É sempre a mesma coisa.
O livro seria a tradução de um texto
encontrado no Egito, e que data de antes da invasão dos cruzados a Jerusalém.
Copta que não chegava a ser um religioso cristão, então respondia a perguntas
da população sobre diversos temas, amor, sexo, elegância, coragem, lutas.
As mensagens são bonitas, mas o
livro é tão lugar comum, com sua sabedoria batida que é difícil se concentrar.



Nenhum comentário:
Postar um comentário